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O prefeito de Jaguarari, Everton Carvalho Rocha, e o secretário de administração, Kledson José Pereira do Vale, foram denunciados ao Ministério Público da Bahia, acusados de má administração do dinheiro público e enriquecimento ilícito. Segundo a denúncia, foram constatadas diversas ilegalidades cometidas pelo chefe do executivo, com o auxílio do secretário José do Vale, como desvios de função para oferecer remuneração maior que a devida em determinado cargo ou função (a Lei Municipal 627/2006 prevê gratificações de no máximo 120%, mas foram identificados pagamentos de gratificações superiores a 180%) e até mesmo o pagamento de vencimentos maiores que o do prefeito.

Também foi identificado irregularidades no “empréstimo” de servidores oriundos da Câmara de Vereadores com ônus aos cofres da Prefeitura, onde há servidor com cargo/função inexistente na estrutura administrativa do executivo, e que após o “empréstimo” dos servidores do legislativo ao executivo, outros tantos foram contratados pelo cedente.

No entanto, a prática de NEPOTISMO dentro da administração do prefeito Everton Rocha, também foi identificada. Segundo a denúncia, a fim de burlar o que estabelece o Plano de Cargos e Vencimentos, conforme o previsto na Lei 700/2009 e apesar de ter alocado a Sr.ª EDINEUZA FERREIRA DA SILVA na função de CHEFE DE GABINETE DO PREFEITO, e esta atuar cotidianamente, Everton a nomeou no Cargo Comissionado de COORDENADOR 4 na estrutura da Secretária Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, nomeação esta que JAMAIS poderia ocorrer na pasta da referida secretaria, já que a Secretária da Pasta, Sr.ª EDINEA FERREIRA DA SILVA é sua IRMÃ.

As duas irmãs apontadas na denúncia desfalcaram o quadro de profissionais do ensino do Município, pois as mesmas, já são professoras. As duas também são mencionadas por se encontrarem lotadas em condição de regentes de classe em escolas vinculadas ao ESTADO DA BAHIA, coisa que não poderia acontecer, uma vez que elas estão ocupando cargos políticos e, segundo a Lei, é incompatível, onde o ideal eticamente seria  que ela optassem por um dos salários.

A denúncia, ainda aponta que o gestor, interfere no quadro diretivo das escolas municipais, com nomeações predominantemente de servidores “comissionados”, estranhos ao quadro de servidores efetivos do município e em conluio com a Secretaria Municipal Educação, Cultura, Lazer e Esporte praticam ato improbo que atenta diretamente contra as finanças municipais, levanta a suspeita de que tudo isso teria o intuito exclusivo de criar uma rede de repasse financeiro para abastecer as necessidades ilícitas de pagamentos realizados “por fora” pelo prefeito.

As penas aos denunciados são muitas, de acordo com a Lei, mas caberá ao MP e ao Judiciário o aceite da denúncia, a análise de todas as provas apresentas, bem como ouvir as partes para que apresentem as suas defesas.


Os escândalos de corrupção não param de serem denunciados à Justiça, no Município de Jaguarari. Mais uma vez, o prefeito Everton Rocha (PSDB) é denunciado à Justiça sob a acusação de superfaturamento dos festejos juninos de 2019. Além do alcaide, também o secretário de administração, Kledson José Pereira do Vale, a secretária de educação, cultura, esporte e lazer, Edineia Ferreira da Silva e o pregoeiro Getro Oliveira Amaral, formam o trio, que segundo a denúncia, teriam auxiliado o gestor a lesar o erário público através de processos de contratações repletos de ilegalidades insanáveis, o que os tornam inválidos.

Segundo a denúncia, a qual tivemos acesso com exclusividade, o pregoeiro desclassificou uma das empesas, justamente a que possuía o menor valor e traria economia para os cofres públicos, ferindo, assim, a Lei 8.666/93, o que aumentou as despesas em mais de R$ 162 mil reais somente com a estrutura.

No quesito bandas, atrações que se apresentaram em Jaguarari em 2019, a valores extremamente absurdos, se levar em consideração os valores praticados pelos mesmos artistas em outras cidades, o resultado chega a um custo acima da média que ultrapassa R$ 297 mil reais.

Levando-se em conta os valores suspeitos praticados no São João de Jaguarari e São Pedro de Pilar, em 2019, a denúncia supõe que os cofres da Prefeitura de Jaguarari foram lesados, pelos denunciados, em exatos R$ 668.965,68 (seiscentos e sessenta e oito mil, novecentos e sessenta e cinco reais e sessenta e oito centavos).

Se aceita a denúncia e, caso sejam condenados, os envolvidos poderão ter penas de privação de liberdade, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, multa, dentre outras.

Vale salientar que o prefeito Everton Rocha já responde a processos no âmbito do MP e TJBA pelos mesmos crimes, porém relativos aos festejos de 2017. Em uma delas, Ele foi afastado por 180 dias, faltando agora o julgamento do mérito pelo TJ e na Primeira Câmara Criminal do Judiciário Baiano, Rocha é réu, estando em aberto um pedido de afastamento do cargo de prefeito, devolução de mais de 1,4 milhão de reais e pedido de prisão.

Mais uma denúncia contra o prefeito de Jaguarari, Everton Carvalho Rocha (PSDB) foi protocolada. Desta vez o gestor responderá a ações impetradas em órgão federais, Polícia Federal (PF) e Ministério Público Federal (MPF), e estaduais, Ministério Público Estadual (MPE) e Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), por contratação e manutenção emergencial de empresa de transportes e por vícios apresentados no edital de licitação, homologação tardia e a não publicação de contrato, previsto na Lei 8.666/1993.

A denúncia aponta que o prefeito Everton Rocha rescindiu, sem justificativa plausível, o contrato com a empresa SAFIRA que operava 118 linhas a um custo mensal de R$ 314.501,00. Os denunciantes destacam que o prefeito denunciado contratou, em caráter emergencial, a empresa M12 a um custo de R$ 452.407,12, que corresponde a um aumento superior a 43% para operar apenas 93 linhas.

Ainda de acordo com a denúncia, o prefeito Everton Rocha, licitou o serviço e uma empresa de Senhor do Bonfim, a Cooperativa de Transportes de Senhor do Bonfim foi a vencedora do certame pelo valor mensal de R$ 262.457,62, ou seja, quase metade do preço que estava sendo pago. Segundo os denunciantes, a Homologação custou a ser realizada, mas o contrato nunca foi publicado. 

Em uma análise no E-TCM, identificamos que a Prefeitura de Jaguarari realizou, no mês de dezembro de 2019, pagamentos a M12, que o contrato emergencial havia expirado em 31/10/2019 e não a Cooperativa, a qual foi a responsável pelo transporte escolar em novembro e dezembro do mesmo ano.

Vale salientar, que conforme consta na denúncia, os vereadores José Gonçalves Filho, Marcos Paulo de Almeida e William Rogers de Souza Santos, que de acordo com acusação, se aceita a denúncia, o prefeito Everton Rocha poderá responder pelos crimes de  improbidade administrativa e fraude em licitação, com penas de até 9 anos de detenção e multa. 

Os escândalos na administração da Prefeitura de Jaguarari continuam sendo alvo de denúncias à Justiça, por membros do Legislativo Local. 

Foram denunciados ao Ministério Público Estadual, Tribunal de Contas dos Municípios e a Polícia Civil, o prefeito Everton Carvalho Rocha (PSDB), Getro de Oliveira Amaral, pregoeiro, os secretários Kledson José Pereira do Vale, administração, Fábio Vieira Marques, infraestrutura e obras públicas, por malversação do dinheiro público e irregularidades no processo licitatório Nº 51/2019 e a empresária Evanuzia de Oliveira Bonfim, por suspeita de enriquecimento ilícito.

A denúncia aponta que em 17 de abril de 2019, através de oficio, o Secretário de Municipal Administração e Planejamento, Kledson José Pereira do Vale, solicitou ao alcaide a abertura de processo licitatório para contratação de empresa especializada em material de construção e irrigação, no entanto o memorando do referido processo, além de mencionar a secretaria de saúde, apresenta diversas versões, o que o torna confuso e incoerente, ferindo a legislação e colocando em dúvida a sua lisura, principalmente porque, segundo os denunciantes, ao limitar o acesso ao edital por meio apenas de e-mail, o direito legal de outras empresas participarem do certame foi cerceado.

Segundo a denúncia, a denunciada apresentou planilha de preços dos lotes que a interessavam, no valor de R$ 11.652,930,05 (Onze Milhões Seiscentos e Cinquenta e Dois Mil Novecentos e Trinta Reais e Cinco Centavos), mas que, devido faltar ao menos cinco páginas do processo, não se pode dizer, ao certo, o valor fechado.

De acordo com o teor da denúncia, "as ações perpetradas pelos denunciados levaram a uma lesão aos cofres públicos na ordem de R$ 331.856,57 (Trezentos e Trinta e Um Mil Oitocentos e Cinquenta e Seis Reais e Cinquenta e Sete Centavos) em apenas 4 (quatro) meses, que seguindo esse padrão apresentado no estudo realizado, projeta-se que ao longo de (doze) meses o dano total poderá chegar até R$ 995.569,71 (Novecentos e Noventa e Cinco Mil Quinhentos e Sessenta e Nove Reais e Setenta e Um Centavos)."

Os denunciantes alegam que, na contratação da empresa para a o fornecimento de material de construção, os denunciados Everton Carvalho Rocha, prefeito e Getro de Oliveira Amaral, pregoeiro, teriam esquecido princípios fundamentais, e há suspeitas, que o objetivo seria beneficiar a denunciada Evanuzia de Oliveira Bonfim.


Por fim, segundo consta no documento ao qual tivemos acesso, o Sr. Everton Rocha, Prefeito Municipal, que, autorizou o processo administrativo e o Pregão Presencial 051/2018 e Getro Amaral, Pregoeiro Oficial, José do Vale, Secretário Municipal e Administração e Fábio Vieira, Secretário Municipal de Obras e Infra Estrutura, que realizaram ou permitiram a realização o processo de forma irregular, deixaram de observar os PRINCÍPIOS DA MORALIDADE, ECONOMICIDADE, LEGALIDADE, IMPESSOALIDADE E PUBLICIDADE. Já Evanuzia Bonfim, se apresenta sob suspeição de crime de ENRIQUECIMENTO ILÍCITO.

A denúncia em tela foi assinada e protocolada pelos vereadores José Gonçalves Filho (Zé Galego - SD), Marcos Paulo de Almeida (Quito da Santa Rosa - PV), Valdemilson dos Santos Vieira (Val do Jacunã - PT) e William Rogers de Souza Santos (William da Gameleira - PSDB), 14 de novembro de 2019.

Entramos em contato com a assessoria de comunicação da Prefeitura de Jaguarari, que disse a nossa equipe que o Procurador afirmou não saber do que se trata.

Evanuzia Bonfim, até o fechamento desta matéria, não retornou o contato.

O prefeito Everton Rocha (PSDB) foi denunciado ao Ministério Público Estadual e Tribunal de Contas dos Municípios acusado de cometimento de crime de malversação do dinheiro público. Fazem parte da denúncia, também, o secretário de infraestrutura e obras públicas e o pregoeiro.

A denúncia foi protocolada por uma comissão de vereadores, frente aos vícios cometidos pela atual administração na obra dos pontos de ônibus.

De acordo com a denúncia, as inúmeras irregularidades vão desde os erros cometidos pelo setor de licitações à contratação superfaturada da empresa para a aquisição e instalação dos pontos de ônibus.

A denúncia se baseia na inexistência do projeto básico, o qual nortearia  as características, custo e orçamento específico. Além disso, os valores contratados (R$ 17.715,85) são bem acima dos praticados em outras cidades/regiões do Brasil (Ceará, R$ 7.905,20; Mato Grosso, R$ 1.572,00), o que leva a entender que não houve qualquer preocupação com o mau uso do dinheiro dos contribuintes e que o secretário de obras, agindo assim, afrontou o princípio da razoabilidade .

Os edis apontam que o setor de licitação aceitou, da empresa, fotos de livros contábeis e declaração do contador extraídos do whatsapp, o que, segundo eles, viciou o processo. 

A denúncia também põe em xeque o poder e/ou interesse do setor de licitações da prefeitura em negociar melhores valores para os serviços licitados, pois, segundo o documento, a única empresa inscrita no certame, após muita negociação, deu um desconto de apenas R$ 317,00.

E por fim, a denúncia aponta que o processo licitatório traz indícios de direcionamento, haja vista a cronologia em que tudo aconteceu: 20 dias entre a realização da licitação e assinatura do contrato. 

Tanta urgência para a construção de uma obra com tão pouca relevância para a população e que, apesar de tanto tempo decorrido, as obras se encontram paradas.

Se aceita, a denúncia, o prefeito Everton Rocha será julgado pelo Judiciário pelo crime de improbidade administrativa. Caso seja condenado poderá perder ter que ressarcir os cofres públicos, perder o cargo e a suspensão dos direitos políticos que pode variar de 5 a 8 anos.

Um verdadeiro descaso na saúde pública de Jaguarari levou uma profissional dedicada, que só queira realizar seu trabalho com dignidade, a desistir de continuar trabalhando em prol da saúde da população do distrito de Santa Rosa de Lima, a 45 km da sede do município.
A equipe do Jaguarari Online entrou em contato com diversas fontes, para saber os motivos da saída da Dra. Tatiane, que atendia de forma impecável no PSF de Santa Rosa de Lima. Segundo apuramos, a médica fez tudo o que pode para continuar ali, salvando vidas, mas a falta de recursos (material principalmente) chegou a um patamar insustentável. De acordo com informações coletadas, em todas as reuniões foi alertado ao secretário de saúde as demandas necessárias para a continuidade da profissional, mas impotente diante da gestão, nada pode fazer o secretário, segundo disse uma fonte à nossa reportagem.
A médica que atendia a comunidade na maior simplicidade, desistiu de continuar sua rotina de trabalho por medo de perder a própria vida, pois, conforme apuramos, o transporte que a conduzia diariamente de Pilar a Santa Rosa e de Santa Rosa a Pilar vivia vazando gasolina e constantemente quebrava no caminho. Ainda segundo informações que tivemos acesso, faltava uma ambulância e oxigênio no PSF solicitados pela médica que fazia um excelente trabalho na comunidade, diga-se de passagem, uma das melhores profissionais que já atendera no PSF, muito querida pelos pacientes.
O ápice do absurdo aconteceu recentemente quando um paciente quase morreu nos braços da médica, que em prantos sofria impotente diante do descaso que vive a saúde naquela comunidade. Tudo isso, de acordo com informações colhidas durante toda esta quarta-feira, era de conhecimento da secretaria de saúde.
E agora, como vai ficar a saúde da população de Santa Rosa e região?
Será se este descaso atinge outras unidades de saúde no município?
O espaço fica à disposição da administração municipal, caso entenda existir uma explicação plausível à população.

A moradora e comerciante do Distrito de Gameleira, Sra. Ivoneide Oliveira procurou o Jaguarari Online na tarde desta segunda-feira (15) para falar sobre a situação precária, segundo ela, encontrada no Hospital de Jaguarari. De acordo com as afirmações, Ivoneide disse que na última sexta-feira (12) levou seu filho à emergência do Hospital Municipal por três vezes, mas o atendimento não foi satisfatório, pois não conseguiram diagnosticar que seu filho estava com a apendicite supurada (apendicite supurada é o rompimento do apêndice inflamado, o que aumenta muito os riscos de complicações que podem, inclusive, levar à morte), forçando-a a leva-lo às pressas em seu próprio veículo a um hospital de Petrolina-PE. Lá foi detectado o estado e a cirurgia realizada. E aquelas mães e pais que não tem condições de levar seus filhos a um médico particular, como fica? Questionou a moradora.
Ivoneide ainda criticou as diversas promessas não cumpridas do prefeito de Jaguarari, em campanha, as péssimas condições da estrada que dá acesso ao distrito, a falta de pagamento dos transportes escolares, que estão deixando os estudantes sem aulas há mais de duas semanas.
Para a comerciante e mãe, que por pouco não perdeu seu filho, classificou o atual gestor municipal como o pior que Jaguarari já teve.
Assista a íntegra do vídeo.



O presente de final de ano, doado pelo secretário de administração da prefeitura de Jaguarari, Kledson José Pereira do Vale, conhecido popularmente como José do Vale, aos pais e mães de famílias que trabalham de sol a sol nos boxes da feira livre municipal, há 8(oito) anos, para ganharem o sustento de suas famílias, foi um dos mais covardes, mesquinhos e cruéis da administração do prefeito do povão, Everton Carvalho Rocha até o momento. De acordo com os ofícios entregues nesta quinta-feira, 27 de dezembro de 2018, aos feirantes, o secretário deu o prazo de 6 (seis) dias corridos para que aqueles pobres trabalhadores entreguem as concessões à prefeitura municipal. O fato mais intrigante, em toda esta história de horror, quiçá de perseguição político-partidária, é que o secretário não apresentou nenhuma justificativa legal e/ou moral que possa, ao menos, tentar explicar tal medida.

Os feirantes, em sua maioria, receberam da prefeitura a concessão de uso dos boxes no ano de 2010 e sempre pagaram em dia, as taxas cobradas pela poder público e foram surpreendidos com a ordem de despejo, justamente às vésperas de final de semana e recesso judicial de fim de ano, ao que tudo indica, para que os prejudicados não logrem tempo, já que o prazo para saírem dos espaços é até a próxima terça-feira, 1º de janeiro de 2019.

Esta decisão do secretário José do Vale, que mostra-se um exímio torturador daquelas pessoas que não lhe agradam, abre várias reflexões à população jaguarariense:

1. O prefeito Everton Rocha deu carta branca a José do Vale, para perseguir quem quer que ele queira?

2. José do Vale possui alguma carta na manga contra o prefeito Everton Rocha e por isso “pinta e borda” dentro da administração municipal?

3. O prefeito Everton Rocha vai continuar compactuando com estas atitudes inescrupulosas do secretário José do Vale, até quando?

4. O secretário José do Vale foi nomeado para contribuir com uma administração competente ou uma ditadura que persegue, pune e maltrata os adversários?

5. O que ganha a administração do prefeito Everton Rocha com este “desveste um santo para vestir outro”?

6. Quais serão os próximos alvos a serem atacados pelo secretário José do Vale?

7. O prefeito Everton Rocha, tão ativo em outras situações, virou um simples “boneco de Olinda” nas mãos de José de Vale e alguns?

8. E aonde está a primeira dama do município, uma senhora de semblante doce e afetuoso, com claros traços de protetora dos mais fracos, que não intervém nestas arbitrariedades, já que seu esposo, o prefeito, não está tendo controle sobre tais situações? Estás a compactuar com estas arbitrariedades?

9. E os vereadores, em especial aqueles que acompanham o atual governo “uma cidade para todos”, ficarão de qual lado?

10. O slogan “uma cidade para todos” virou “uma cidade para poucos” ou “uma cidade para tolos”?

11. O Ministério Público e a Justiça local, mesmo de recesso, ficarão à assistir este triste e tenebroso espetáculo?

12. E a Associação Comercial, olhará como à mais esta situação de ultraje?

Impossível entender as decisões do secretário José do Vale, semana passada proibiu uma funcionária portadora de deficiência física de entrar à prefeitura, no dia seguinte passou a perseguir o blogueiro deste blog e agora determina o despejo de feirantes/trabalhadores, sob ameaça de expulsá-los com força policial. O que falta a este homem? Amor? Compaixão? Ou Justiça?

O silêncio do prefeito Everton Rocha, diante destas decisões, espanta. Até parece que as ordens executadas partem de si.

Tentamos obter do secretário José do Vale, explicações sobre estas ordens de despejos, mas ele não retornou nosso pedido feito pelo WhatsApp.
NÃO SE ESPANTEM, SE NESTA SEXTA-FEIRA, 28/12/2018, ENTRAR ALGUMA RETALIAÇÃO AO EDITOR DESTE BLOG, POR PUBLICAR MAIS ESTA ABERRAÇÃO CONTRA O POVO DE JAGUARARI.

O prefeito de Jaguarari, Sr. Everton Carvalho Rocha (PSDB), retornou ao cargo com sede de vingança, desta vez, o alvo de sua ira foi o blogueiro do único meio de comunicação que torna público a verdadeira situação caótica em que o município de encontra.

Não satisfeito com a repercussão negativa causada pela perseguição de seu secretário de administração a telefonista, que possui limitações físicas, o gestor revogou, sem nenhuma justificativa, um direito legal concedido ao funcionário público municipal, Sr. Carlos Roberto dos Santos.

A revogação da licença prêmio, que duraria até o dia 3 de março do próximo ano, mostra claramente à sociedade jaguarariense, que o atual prefeito de Jaguarari visa, dentre outras coisas, perseguir aqueles, que, no seu modo de ver, são “pedras” em seu caminho.

Não há argumentos!

Não há justificativas!

O setor de combate as endemias, local onde o blogueiro/servidor municipal é lotado, via concurso público desde 01/06/2012, possui um quadro de funcionários suficiente para atender a demanda do município e, inclusive muitos outros agentes acabam ficando ociosos por não terem condições de trabalho. Assim, o que justifica ao então prefeito revogar um direito legal adquirido, senão perseguição política?

É de conhecimento de toda a Jaguarari, que entre a imprensa local, apenas o Blog Jaguarari Online publica denúncias e reclamações dos moradores contra as incoerências administrativas, e não é apenas da gestão atual, basta olhar para 2015 e 2016, quando por diversas vezes o Blog denunciou supostas irregularidades na administração do ex-prefeito Antônio Nascimento. Nos meses em que o vice-prefeito Fabrício D’Agostino, o blogueiro também tornou pública várias situações, como por exemplo a falta de iluminação em Juacema, falta de médicos no Hospital Municipal, São João 2018, atraso de pagamentos de transportes da saúde, falta de transporte para o TFD Pilar, dentre outros.

É vergonhoso, repugnante e inadmissível que este tipo de perseguição ocorra, justamente partindo de um homem que atuou na comunicação por mais de 20 anos e que por diversas vezes foi mal interpretado, ameaçado, espancado e até a vida em risco teve, como no episódio em que tentaram mata-lo a tiros de arma de fogo.

É incompreensível como o poder, a ambição e a arrogância ultrapassam os princípios religiosos e morais pregados nos microfones, tudo por conta do poder; para mostrar que manda, que é superior aos demais.

Espera-se que este seja o único e último ato de vingança praticado por esta gestão, e os seus, contra o blogueiro/funcionário público. Que outras ações covardes, mesquinhas e desumanas não venham a ser praticadas contra o responsável por este Blog, pois já está mais do que explícito os interesses da atual administração em silenciar o blogueiro do Jaguarari Online.


O estádio municipal de Jaguarari, que já foi palco de grandes clássicos do futebol, que os desportistas tanto sonharam em vê-lo gramado, enfim acabou recebendo o tão sonhado gramado no ano de 2015. Gramado este, que veio com a ampliação das arquibancadas e colocação de refletores, ainda na gestão do ex-prefeito Antônio Nascimento, acabou sendo alvo de diversas denúncias feitas pelo ex-vereador Antônio Marcos, o qual apontou supostas irregularidades e pagamentos acima do normal, sem contar o uso do maquinário público em serviços que deveriam terem sidos realizados pela empresa executante da obra.
O mesmo prefeito [Antônio Nascimento] que gramou o estádio, após a derrota de seu candidato em outubro de 2016, o abandonou à seca. Em janeiro de 2017, assumiu o comando do município Everton Rocha, e o destino do gramado continuou sendo o abandono, foram 15 meses de sofrimento, sorte que o período chuvoso contribuiu para uma sobrevida. Após a cassação do ex, o atual prefeito foi empossado chefe do poder executivo e, lá se vão 5 meses sem nenhuma ação concreta, até o momento, para tentar salvar as últimas mechas de grama que tentam sobreviver. Um completo absurdo, destes 3 gestores, que pouco ou quase nada fizeram para manter o gramado, que custou milhares de reais dos cofres públicos.
Diante do estado crítico em que se encontra o que sobrou do gramado do estádio, esperamos que a população, os vereadores e o Ministério Público mobilizem-se urgentemente para exigir que a prefeitura de Jaguarari assuma a sua responsabilidade e saía da inércia e zele deste patrimônio esportivo.

A Câmara de vereadores de Jaguarari cassou nesta segunda-feira, 04 de junho, pela terceira vez, o mandato do prefeito Everton Rocha. Rocha já havia sido cassado em 21 de fevereiro, mas conseguiu suspender o processo via liminar. Em 29 de março, uma denúncia de fraude em licitação, protocolada por um funcionário da prefeitura, respaldou a segunda cassação, que após liminares de ambas as partes, manteve o gestor fora do cargo. Antes da conclusão da segunda CPP enfrentada por Everton, uma terceira denúncia deu entrada na Câmara, desta vez assinada pelo capitão da reserva da PM, Jânio Pimentel, esta que teve a conclusão neste 4 de junho de 2018.
A Sessão a duração de quase sete horas, isso devido a duas interrupções dos trabalhos: uma solicitada pelos edis e a outra em decorrência da crise de hipertensão do vereador Louri da Barrinha, no momento em que se pronunciava na Tribuna.
Votaram a favor do parecer da CPP 002/2018 que recomendava a cassação: Neném do Catuni, Franco Melo, Zé Galego, Budé, Josimar Zuza, Val, Marcos Quito, Paulinho Morgado, William Rogers e Márcio Gomes.
Os vereadores Reges do Joel e Dourival Borges, se ausentaram da votação. Já o vereador Louri da Barrinha, por motivos de saúde precisou se fazer ausente.
A situação política e jurídica do ex-prefeito Everton Rocha se complica, uma vez que agora possui três cassações de mandato e um afastamento de 180 dias, acatado pelo TJ-BA, a pedido do Ministério Público.
A cassação desta segunda-feira (04), divide opiniões por se tratar de um processo contra um gestor sem o exercício do mandato.
Fontes ligadas à Rocha garantem que o procedimento da Câmara será dado como nulo.

Dr. Fabrício Santana D’Agostino, foi empossado no cargo de prefeito pela Câmara de vereadores, na noite desta quinta-feira (29/03). D’Agostino foi eleito como vice-prefeito na chapa junto com Everton Rocha prefeito. Já no segundo mês de mandato, Rocha perdeu o apoio de seu vice que não compactuou com a forma de governar, diferente da maneira prometida no período de campanha.
Rocha, um popular apresentador do jornal da rádio local, conquistou forte apoio popular, mas grande parte de seus discursos não foram postos em prática, o que afastou até mesmo 5 de seus 6 vereadores. Com apenas 11 meses de governo, Everton já era alvo de 9 procedimentos investigatórios do Ministério Público e em 30 de novembro de 2017 a primeira denúncia foi aceita por 12 dos 13 vereadores. No início de 2018, mais duas denúncias foram aceitas contra Rocha, que a esta altura só restava apelar as “brechas” judiciais e/ou “convencer” 4 dos 12 vereadores a apoiá-lo, assim evitaria possíveis cassações na Casa Legislativa.
A primeira “queda” política de Rocha veio em 21 de fevereiro, onde 12 vereadores votaram para cassá-lo, inclusive Dourival Borges e Reges do Joel, que após muitos questionamentos, cederam ao gestor e passaram a defende-lo, mesmo com todas as denúncias na Câmara e MP. Pouco tempo após sofrer a primeira cassação, uma liminar do Desembargador Roberto Frank postergou o fim do mandato de Everton.
A segunda situação crítica da administração de Everton veio à tona no dia 4 de março, quando o MP pediu o seu afastamento por 180 dias, que ainda não foi deliberada pela Juíza da Comarca de Jaguarari, porém o multou e bloqueou seus bens e quebrou sigilos bancários e fiscais.
Já na tarde desta quarta-feira (28), uma ampla operação do Ministério Público Estadual (Jaguarari, Bonfim e Irecê) deixou mais evidente que a licitude dos atos administrativos do prefeito de Jaguarari, não “cheira a honestidade”. Durante a ação, computadores, celulares, documentos e um cofre foram apreendidos. De acordo com informações, o ex-secretário de saúde, Dr. Amilton Soares e o atual pregoeiro da prefeitura de Itiúba, Aldenor, foram abordados por prepostos operação “Fallitur Visio” com o objetivo de cumprirem mandados de busca e apreensão de leptop’s, computadores, celulares e documentos. Os promotores e as polícias envolvidas (Civil, Militar e Rodoviária Federal) adentraram a prefeitura de Jaguarari às 11h40 e só saíram às 15h50.
Por fim, na tarde desta quinta-feira (29), a Câmara votou pela cassação do mandato de Everton Rocha que foi acusado de cometer fraude em uma licitação de software do setor de tributos. A votação pelo fim do mandato do gestor foi determinada por 10 votos contra 3. Dourival Borges e Reges do Joel, que por várias vezes disseram em público que defenderiam o povo de Jaguarari, desta vez optaram por apoiar Everton Rocha, responsável pela estagnação da saúde, educação e grande parte dos serviços públicos e que minou com o crescimento econômico do município.
Diante de todo este cenário turbulento, a Câmara empossou Dr. Fabrício D’Agostino, que prometeu fazer uma real transformação de Jaguarari, mas que para tal, necessita do apoio do Legislativo e da população de modo geral. Após a posse na Câmara, D’Agostino foi até a prefeitura onde tomou, de fato, a posse do cargo. Em mensagem a população, através do Jaguarari Online, Fabrício desejou paz e tranquilidade por parte da população e frisou que estará anunciando nas próximas horas, parte da sua equipe de trabalho.

Um fato inusitado aconteceu na última terça-feira (20) ao vivo no jornal da rádio local, aqui de Jaguarari. Um amigo, do agora ex-prefeito de Jaguarari, Everton Rocha (PSDB), que costuma ligar constantemente para elogiar o ex-gestor, seu amigo, cobrou do secretário de saúde, Antônio Marcos, que colocasse médico no Posto de Saúde Salomão Carvalho e disponibilizasse medicamento, pois segundo o paciente denunciante, ele teria ido se consultar e pegar seu medicamento controlado e saiu da unidade de saúde sem nenhum objetivo alcançado. Na reclamação, o ouvinte disse: “...Geraldo, diz a este pessoal [secretários] que vai aí na rádio falar tantas coisas bonitas [mentiras?], que mostre pra gente, porque a gente ouve tanta coisa bonita e não vemos estas coisas bonitas. Hoje o “boneco” foi ao posto se consultar e não tinha médico e quando fui pegar meu gardenal, não tinha, aí o “boneco voltou pra casa sem médico e sem remédio...”, disparou ao vivo, deixando a bancada do jornal sem argumentos.

A prefeitura de Jaguarari continua devendo cerca de 200 mil reais a empresa de sonorização e iluminação do São João 2017. Amplamente divulgado em toda a Bahia, como um dos maiores festejos juninos do interior, o “Arraiá de Todos” manchou a reputação do município, pois além de não ter trazido o retorno financeiro tão prometido pela administração municipal, deixou as finanças abaladas e o calote difundido em todas as cidades da região. Além da empresa de sonorização e iluminação, palco e banheiros não terem recebido, mesmo decorridos 8 meses, algumas bandas também continuam sem receber por seus serviços.
Isso, claro, não é divulgado pela rádio local e tampouco pela imprensa regional, que, parece “trabalhar voluntariamente” para a prefeitura municipal de Jaguarari, já que no TCM – Tribunal de Contas dos Municípios, não há nenhum valor pago, nem a rádio local e muito menos às rádios da região e demais mídias de comunicação.
Esperamos que a administração do prefeito Everton Rocha (PSDB) honre com os compromissos assumidos em nome do povo jaguarariense e não acuse a LOA como responsável, pois o São João / São Pedro foram em junho / julho, data bem anterior à LOA 2018.

Que vexame!

A saúde pública de Jaguarari nunca conseguiu atender dignamente aos pacientes que dela precisaram, mas foi o alvo de promessa da campanha política do prefeito Everton Rocha (PSDB). Mesmo após adentrar no 2º ano de gestão, a situação não parece ter avançado para melhor, pelo contrário, velhos e antigos problemas se agravaram e atingiram, segundo o desabafo de um médico, situações estarrecedoras. Nos seus relatos, o profissional que discorreu situações preocupantes para todos os usuários do sistema de saúde pública de Jaguarari, foram citados casos que requerem uma investigação judicial, pois trata-se casos jamais imaginados, para quem leva seu familiar ao hospital e também postos de saúde do município.
Em relação aos PSF’s – Postos de Saúde da Família, o médico relatou ao Jaguarari Online, ausência e limitação de exames essenciais para gestantes, procedimentos indispensáveis para definir um parto sem risco de morte para mãe e filho.
No caso específico do Hospital Municipal, que atende urgência e emergência, a situação é ainda mais grave. A narrativa dos fatos cita a carência de equipamentos e aparelhos extremamente necessários, em uma unidade de saúde do porte do Hospital, para salvar vidas ou mantê-la enquanto aguarda a transferência para um centro mais avançado e equipado.
A indignação, conforme os relatos, é saber que a prefeitura de Jaguarari licitou e contratou uma Cooperativa por 9 milhões e cem mil reais, no entanto nenhuma mudança positiva na saúde foi percebida, pelo contrário, nota-se um retrocesso; sem contar com os altivos discursos de um prefeito que alavancou a sua campanha na promessa de fazer da saúde o “carro chefe” de sua administração.

Leia os principais pontos do desabafo do médico, que pediu sigilo de sua identidade por medida de segura, relatou ao Jaguarari Online:

“(...) na atenção básica, por sua própria estrutura de funcionamento não exigir maiores investimentos e ficar quase tudo por conta dos profissionais, as coisas ainda funcionavam, mesmo que precariamente. Mas era comum requerer um exame de primeira consulta (até a 12ª semana) e só ficar pronto na 30ª semana quando já devíamos ter em mãos os exames da evolução da gestação, só pra citar um exemplo. Exames de maiores complexidades jamais ficavam prontos. Nunca pedi uma TC ou RNM que tenha sido feita (e raramente pedia), só era feita quando o paciente pagava; isso acontecia as vezes no hospital, de paciente precisar de exame e ter de pagar por não haver disponibilidade naquele momento. E isso não é normal. Na mentalidade de muitos (...), isso é normal. E isso é uma crítica dura que faço (...). Claro que existe muita gente competente, poderia citar alguns nomes aqui de pessoas que tentaram algo como o diretor clínico André, do hospital, ou até o secretário anterior, Neto, que, ainda de mãos atadas, não podia fazer muito. O ex-diretor do hospital que me parecia um testa de ferro pra segurar a brinca das coisas que não davam certo, mas não era sua culpa. Os heróis médicos, técnicos e enfermeiros que lutam diariamente com recursos mínimos para trazer a vida fazendo partos em locais inadequados de maneira heroica ou reanimando pessoas a beira da morte sem aparelhos básicos. Essas pessoas, esses verdadeiros heróis, ganham salários pífios e ridículos, estudaram e continuam estudando pra salvar e trazer vidas e o mínimo de reconhecimento que é o seu sustento, não lhes vêm da maneira adequada, quando vêm. CANSEI DE CHORAR NO CONFORTO DO HOSPITAL AO VER VELHINHOS MORREREM SEM ASSISTÊNCIA. De não ter um cuidado paliativo que ao menos lhe aliviasse o sofrimento. Cansei de reclamar, de ser o chato que pedia por melhorias, de ser taxado de alienado por pedir um ventilador (respirador artificial) ou um aparelho de Raio X deste milênio ou laboratório que saísse em tempo hábil. Cansei de chegar em casa sabendo que não fiz a diferença porque estava compactuando com um sistema viciado em falhas me desliguei porque não queria me tornar o mesmo que eles.”

Empresários e prestadores de serviços de Jaguarari denunciam Setor de Tributos da prefeitura municipal por não emitir DAM’s, Documentos de Arrecadação Municipal. De acordo com os denunciantes, em redes sociais, o Setor está com o software bloqueado, provavelmente, novamente, por falta de pagamento a empresa fornecedora do sistema. Não é a primeira vez que este problema afeta o município. Desta forma, empresários e prestadores de serviços deixam de pagar seus impostos, emitirem suas notas de serviços ficando sem poder receber pagamentos e sem pagar seus funcionários, bem como o município deixa de arrecadar impostos, dentre eles o ISS. O saldo negativo à população de Jaguarari, desde o ano de 2017 é incalculável, haja vista tantos problemas relacionados com o citado setor da PMJ.

Até quando Jaguarari irá continuar neste caos permanente?

A cada dia descobrimos que a vida da população de Jaguarari não possui valor algum para o poder público. Parado desde o início de 2017, o equipamento utilizado para a realização de análise hematológica (exame de hemograma), no Laboratório Municipal, nunca funcionou pelo simples fato que a prefeitura de Jaguarari, através da secretaria municipal de saúde, que já teve Dr. Amilton, Cantídio Neto e Antônio Marcos como secretários, não quiseram ou não tiveram autonomia para adquirir um produto chamado de “sangue controle”, que na LAB HOUSE, uma empresa distribuidora de equipamentos e suprimentos laboratoriais e médico-hospitalares em Minas Gerais, custa apenas R$ 239,00, para a realização dos exames hemograma. Em contrapartida, durante meses a prefeitura jaguarariense terceirizou grande parte dos exames laboratoriais, tudo isso, claro, sob a “observação” do Conselho Municipal de Saúde.
Ainda assim, a saúde pública em Jaguarari é tida como prioridade pela atual administração?

No início da tarde deste sábado (17), policiais militares da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) / Nordeste libertaram um cão, que foi abandonado há três dias, no interior de uma residência, em Euclides da Cunha, logo após denúncia da vizinhança local.

A guarnição participava de uma operação de intensificação, em apoio aos policiais militares do 5° Batalhão de Polícia Militar (BPM), em Euclides da Cunha, quando foi acionada por populares. Segundo eles, os proprietários do animal viajaram.

Como um cão foi encontrado com estado de saúde debilitado, sem conseguir caminhar, o animal foi levado a uma clínica veterinária do município, onde foi atendido, recebeu cuidados médicos e permanece internado.

DCS/PMBA

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